por Francisco Zacharias d'Aça
O dia oito de setembro era o escolhido por Bulhão Pato para a
abertura das suas caçadas do inverno no sul do Tejo, e o sitio preferido
o Juncal da Trafaria. (1)
N'aquelle dia, ao romper da manhã — uma manhã de novembro, fresca e
luminosa — abicava ao caes do Aterro, fronteiro á Rocha, toda a
esquadrilha do patrão Lourenço — três bellos catraios, governados por
elle, pelo seu filho mais velho, João — um rapagão desembaraçado, e por
outro arraes, alto e membrudo como um athleta, e que hoje é mestre dum
dos vapores de Cacilhas.
Moços e velhos, eram todos marítimos ás direitas, e naquelles
barquinhos iam elles á pesca, e por lá andavam, sem medo e á ventura,
fora da barra! Quantas vezes, para não faltarem á sua palavra, elles nos
vinham buscar alli, tendo perdido a noite no mar! E isto percebiamol-o
nós pelo arranjo do barco, denunciante do serviço da noite. Da boca não
lhes saiu nunca uma palavra, que podesse ser tomada como um
encarecimento interessado, um appello á nossa generosidade!
João Lourenço já vinha com elles de Belém, trazendo as suas melliores
espadas — o Thiers, a Norma, o Tibau, e outros. Acompanhavamn-o o
Eusébio, e o Joaquim Tavares, da Junqueira, como elle creado da Casa
Real, boa espingarda e sizudo companheiro. Um excellente rapaz.
Iam senhoras também comnosco, mas, se eu escrevesse em estylo
clássico, não poderia dizer que nós formávamos o cortejo de Diana, a
caçadora. Nem a sr.ª D. Maria da Piedade, a irmã do illustre poeta, nem
as outras senhoras, suas amigas, tinham a minima pretenção a
"sports-women". A maré era boa, e aproámos ao Torrão, evitando o
fadigoso transito pelo areal.
*
* *
Bem auspiciado o dia. Encontrámos logo as codornizes á beira mar, no
principio do matto. Cruzavam-se os rastros, como de costume, mas os
cães, práticos do terreno e conhecedores da caça, logo destrinçaram a
meada. D'ahi a pouco estavam todos parados á mostra do que ia na frente.
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Paul da Outra banda/Pântano/Vista do Alfeite/Charco de Corroios, José Malhoa, 1885 Blog do Noblat |
Formoso e singular espectáculo! Impressiona a todos este repentino
estacar dos perdigueiros. A passo, a trote, a galope, que vam, ao
sentirem a caça próxima, ficam de improviso immoveis, na posição em que
ella os surprehendeu! Apenas um quasi imperceptível tremor denuncia
nelles a vida.
Os nossos — eram sete ou oito — pareciam fundidos! Todos firmes em
diversas attitudes, conforme o seu estylo de caçar. Norma, na frente, de
cabeça alta e dominadora, apontava a caça; ao lado della o Thiers,
marcando de mais longe, inclinava-se para o lado d'onde lhe vinham os
effluvios; o Tibau, um cão preto como azeviche, arrastara-se como um
reptil até ao centro do grupo, estacando súbito ! Os outros, mais
affastados, vinham correndo e parando por sympathia, por influencia, e
iam assim compondo e completando o maravilhoso quadro! Inteiriçados,
alguns com o pello arripiado, não moviam um musculo!
Como eu registro aqui impressões antigas, direi que na minha vida de
caçador nunca mais tornei a ver coisa assim. Um grupo como este jamais
artista algum o compoz.
Diversos os animaes na pelagem, no desenho, na estatura, alguns
d'elles — o Thiers, a Norma, a Jóia — eram verdadeiras estampas: a mesma
variedade tinham nas attitudes elegantes. As senhoras, surprehendidas e
encantadas pela belleza da scena, approximaram-se, e todos nós formámos
um arco, tendo no centro os cães parados.
Na ponta esquerda estava Bulhão Pato. Á sua voz a Norma deu a pancada.
Em vão — a codorniz tinha-se furtado.
Então os perdigueiros romperam a mostra, e partiram de novo em todas
as direcções, em busca da caça, que lhes fugira. Não tardaram em
achal-a, e eil-os outra vez estacados. A Norma mantinha a dianteira — a
codorniz tinha-a ella apontada. E como já não havia defeza, porque
estava no limite do matto, ella pôz-se nas azas.
O vôo, estridulo no arrancar, denunciava um macho. Naquella estação,
naquelles logares as codornizes encontram abundante e succulento pasto
nas myríadas de pequeninos caracoes, que cobrem litteralmente as joinas.
Alli se preparam para a grande travessia da sua emigração para a
Africa.
Aquella, como não havia vento, voava baixo, mas distanciava-se rapidamente. Ouviu-se um tiro. A codorniz caiu.
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Retrato do poeta Raimundo Bulhão Pato,
Miguel Angelo Lupi, C. 1880 ComJeitoeArte |
A pontaria certeira foi de Bulhão Pato — pensará o leitor, que vae
seguindo, e ás vezes anticipando, os factos... Não foi, e devia ser. Era
o mais velho, o mais graduado — era o cabeça, o chefe.
Mas entre nós havia um que, por ser o mais novo, o menos
experimentado, se esqueceu de tudo isso, e, enthusiasmado com os lances
daquelle jogo, não se conteve... A codorniz caiu redonda, mas eu — que
fui o tal atirador — também caí logo em mim, e vi que, apesar da
pontaria certeira, havia errado!
Aqui fica o meu — Peccavi...
Pato, confiado em si, tinha-a deixado alargar. Não viu d'onde partira o tiro, e perguntou de quem fora.
— Fui eu.
— Está bem. Bom tiro. Deixa-a ver — disse elle.
— Está gorda. Mas aqui ha mais. Vamos devagar.
Effectivamente as paradas rcpetiram-se, e d'ahi a pouco dez
codornizes tinham alli encontrado "sua fim". Escusado é dizer que foram
quasi todas mortas por elle, que era de todos nós a melhor espingarda.
Coitadas, como o seu destino era atravessar um estreito, passaram por um — mas não foi o de Gibraltar.
*
* *
O sol ia apertando. As senhoras deixaram-nos, e tomaram, com as creadas, o caminho da Costa.
Á nossa esquerda tinhamos, em frente, a vinha do Miranda, bom abrigo
para a caça, e, á direita, descobria-se a praia fronteira ao mar; mas no
limite d'ella, á beira do matto, appareciam-nos, aqui e alli, alguns
lagos, que as chuvas do outono tinham formado.
A agua era tão limpida, que se lhe via o fundo; apenas algumas moitas
de juncos lhe sombreavam a superfície, que refíectia as raras
nuvemzinhas brancas, que pairavam quietas no ar. Aquelles lagos eram
tentadores.
Se elles tivessem narcejas...
— Vou-me aos lagos — disse eu ao meu amigo. Está-me sorrindo a idéa de lá encontrar certas senhoras...
— Pois vae. Eu não vou, não me quero agora molhar. Tu não te importas
com isso. Talvez lá estejam algumas. Eu cá vou andando para a
tapadinha.
Eu fui, e ellas lá estavam. Não eram aos centos, ainda assim
encontrei as bastantes para errar uma dúzia de tiros. Mas não errei
todas. Não sei o que as narcejas teem commigo; o que é certo é que eu —
que em theoria, a frio, prefiro as perdizes e as gallinholas — quando
defronto com ellas, nos terrenos alagadiços, que são os seus
predilectos, perco a cabeça, e não ha lamas, nem aguas, nem lodos de
marnotas, que me impeçam de as fuzilar! Será a difficuldade do tiro?
Talvez. E é provável que seja, porque é a caça que mais se erra.
Entrar naquelles lagos era o mesmo que entrar em um tanque. A agua
estava tão fria, e em alguns era tão alta, que tive de sair dum
rapidamente: sentia já um começo de tontura. O que não me impediu de me
metter logo em outro, e de andar assim mais duma hora, a entrar e sair
da agua, debaixo d'um sol ardente, e num sitio tão sezonatico. Mas
parece que eu andava então á guarda de Deus! Nem sezões, nem nada!
As narcejas tinham já desapparecido deante de mim nos lagos, e a
fuzilaria continuava a ouvir-se para as bandas da tapadinha.
Encaminhei-me para lá.
*
* *
Boa caçada. Pato estava radiante — as codornizes saltavam-lhe das
joinas aos pares! E elle já se firmava com ellas, por causa da brisa que
se levantara, e tambem por causa dos cartuchos. Contava-as a ellas, e
já os contava a elles, que iam rareando no cinto.
— Então a tapadinha rende — disse-lhe eu. Merece o nome que lhe pozeste.
— É como vés. Tudo isto está cheio dellas. Mas tu também achaste narcejas.
— Trago aqui cinco, mas ficaram-me lá muitas. Estão um pouco ásperas.
— Olha os cães, Zacharias.
Palavras não eram ditas e três codornizes a saltarem. Estavam espertas, não esperavam. Bastava que os cães as apontassem.
Três tiros. Pato dobrou a duas, e eu matei a terceira.
— Dá cá, Thiers. Olha, estão magnificas. E, dizendo isto, passava-me á
mão um esplendido macho, negro e de peito redondo. Todas assim —
accrescentou elle. É a sazão da partida.
João Lourenço approximara-se com os seus companheiros. Estendemo-nos
em ordem, e a fuzilaria continuou nutrida. Parecia o tiroteio duma linha
de atiradores!
Cruzavam-se, por vezes, os tiros, porque a caça, espalhada pelo
Juncal, ia-se levantando deante de nós em toda a extensão da linha. Os
nossos improvisados "moços de monte" — rapazitos do sitio, que sempre se
nos aggregavam — ficavam-se atraz, a descançar nas raras sombras dos
médãos, e Pato já ia repartindo comigo os despojos, que lhe começavam a
pesar na rede [sacca]. A brisa da manhã cessara, mas as nuvemzinhas
brancas quebravam, de quando em quando, o ardor do sol, que nos
principiava a morder. Só as meigas nos perseguiam, obrigando-nos a fazer
dos lenços guarda-nucas.
[Á altura de meio Juncal fizemos frente á retaguarda em direcção aos lagos. Era a vez das narcejas para todos.]
— Aqui ha rastro d'uma lebre, sr. Pato — disse o João Lourenço, que
ia atravessando um claro da areia. E lá vae ella! — gritou elle. Vae ao
longo do médão! Ahi á sua direita!
Com elfeito ella ia-se furtando por entre as joinas e os juncos, aos saltos. Estava perto de nós.
— Deixa-a endireitar a carreira — disse Pato.
Era a primeira, que eu alli via. — Agora. E atirou-lhe. A lebre, ao
tiro, deu um salto, e atravessou, cortando pelo Juncal. Ia ferida, e os
cães, que a tinham visto, seguiram-na, e não tardou que a agarrassem.
Estava crivada de chumbo.
— Agora vae um cigarro. E vamos ás narcejas, emquanto o sol não
aperta mais. Eu não entro na agua, apesar do nome, mas vocês não fazem
ceremonias, e sacodem-m'as para fora.
Quando chegámos já lá estavam outra vez as regadias, como lhes chamam
na província, e principiaram a espirrar d'entre os juncositos, que
bordavam os lagos.
O tiroteio redobrou então de intensidade, porque ellas — ha pouco
batidas por mim — andavam levan- tadas, e saltavam umas atraz das
outras, á roda de nós, cruzando-se no ar em todas as direcções.
A esta espécie são dois os momentos em que se lhe pode atirar — quando
levantam, e então é um tiro de chofre, ou quando, depois de fazerem os
seus zigzagues, ellas acertam o vôo. O mais seguro é chofral-as — o que,
em todo o caso, é um tiro de acaso — porque não ha tempo para apontar.
Depois é quasi sempre tarde; ao endireitar vam saindo do alcance.
Quem não é pratico, enthusiasma-se, dá muitos tiros, e não mata nenhuma.
Foi o que me succedeu nas primeiras vezes, O commum dos caçadores não
gosta dellas por isso, mas os outros capricham em emendar a mão, e
voltam. E ha tal que as prefere a tudo.
O illustre poeta já então era óptimo atirador. Eu admirava-o, quando o
via dobrar os tiros, e também ingenuamente me admirava, quando via cair
alguma daquellas bicudas, que eu mal entrevira, ao desfechar.
Para arredondar a conta das narcejas appareceram dois marrequinhos. [Foi] Feliz a nossa visita á região dos lagos.
*
* *
Curtas as tardes do inverno. O sol descia rapidamente sobre o
horisonte, e as nossas sombras principiavam a alongar-se no chão. Era
tempo de nos approximarmos da Costa.
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Entrance of the river Tagus with the harbour of Lisbon (detalhe), 1871 British Library |
Íamos subindo pelo Juncal, quando a minha cadella — a Jóia — que
acabava de me apontar com grande frieza uma codorniz, deu uma fiada
rápida, e logo outra, formando um angulo recto com a primeira, e
ficou-se como uma rocha... Uma narceja perdida alli, e que apenas saltou
caiu. [E logo em seguida uma codorniz.]
Finíssima perdigueira — caçada pelo Manuel Candido, da Charneca, ás
narcejas, ás lebres, ás gallinholas e ás perdizes — a primeira vez que a
levei ao Juncal, vendo os outros cães accesos no rastro das codornizes,
não fazia caso nenhum dellas; e parava a olhar para mim, como admirada,
exprobrando-me talvez o eu tel-a arrancado aos seus frondosos pinhaes
da Amora e de Corroios, para levantar passarinhos naquelle areal! Depois
habituou-se, não deixava escapar uma [— mas era só por cumprir].
Até chegarmos ao fim do Juncal, ás Cabanas, a caça não cessou de
saltar. Ahi tivemos uma scena — armada de improviso, que se apresentou
desde logo com torvo aspecto.
Ao longo do caminho sobranceiro, que atravessa, no alto do Juncal,
para as cabanas dos pescadores, havia uma nesga de chão, que o trabalho
pertinaz do homem tentara transformar em horta. Em cima, á beira do tal
caminho, um poço explicava, e, até certo ponto, justificava aquella
pretençao. Couves de talo rijo, esgrouviadas, e meio seccas, era apenas o
que alli se via! Á esquerda, em terreno mais alto, duas choças de colmo
dominavam esta horticultura, pobre, triste, e agreste, como toda a
região daquella costa. O couval não tinha sebes, que o defendessem, e
por ahi costumávamos nós passar, á ida e á volta. A plantação era rara, e
podiamos, transitar sem prejuizo. ica.
A invasão das codornizes chegara, naquelle dia, até lá, e quando
Bulhão Pato, indo na nossa frente, a certa distancia, entrou na horta,
os cães deram logo signal de algumas. Seguia-os elle, attento, quando á
porta duma das choças assomou um homem, que lhe falou grosseiramente,
começando por um: — Ponha-se lá fora! que soou muito mal aos ouvidos do
poeta.
O dialogo travou-se assim rudemente, mas nós, eu e o Joaquim, que
estávamos um pouco longe, não percebemos nem estas palavras, nem as que
se lhe seguiram, e só conhecemos a gravidade da situação, quando vimos
Bulhão Pato, com gestos de ameaça, pôr a espingarda no chão, e avançar
para o rústico. Apressámos então o passo, tanto mais que o homem,
recuando, entrara bruscamente em casa.
As primeiras palavras do dialogo não as ouvi, mas ouvi as ultimas —
as do poeta . . . Não eram académicas, não, não as posso aqui repetir;
mas, num crescendo formidável de violência e de injuria, foram subindo
até terminarem no mais agudo dos insultos — agudo no sentido e na
palavra — repetida três vezes, a fechar a tremenda apostrophe ! A mais
eloquente de certo, que jamais trovejara naquelles campos.
O homem podia voltar, mas não voltou. Temeu-se elle do caçador, cuja
voz máscula tinha as impetuo- sas e dominadoras vibrações da cólera, e
que avançava para elle com os punhos cerrados — ou estaria lá alguém, que o segurou?
Quando nós, seguindo o mesmo trilho de Bulhão Pato, atravessámos a
horta e depois, trepando pela rampa, passámos em frente da palhota,
olhámos para lá. No escuro da porta não havia ninguém.
*
* *
Voltara o silencio áquelles logares. A nuvem negra, que de repente
surgiu, a turvar-nos a limpida atmosphtra daquelle formoso dia,
desapparecera, varrida pela voz do poeta.
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Costa da Caparica, Manhã na praia da Caparica, Adriano Sousa Lopes (1879 — 1944). MNAC (museu do Chiado) |
Dalli a pouco estávamos todos reunidos na casa de jantar da sr.ª
Maria do Adrião. Ao lado, na sala, de paredes estucadas, e tecto com
relevos — uma surpresa para nós aquella restauração — a menina Cazimira
extrahia das gavetas das suas bellas commodas de polimento, e mostrava
ingenuamente ás senhoras, as riquezas e os primores da sua guarda-roupa —
chales, vestidos de cores garridas, saias com rendas finas, camisas
bordadas, lenços de seda de ramagens, que tão bem ficam, e tanto realce
dão áquelles rostos campesinos, já illuminados de tons quentes pelo ar
do campo e pelo sol.
Uma figura gothica — esta menina Cazimira. Alta e delgada de corpo,
nem pallida, nem corada, a voz dum timbre algo dorido, avara de
palavras, os olhos sempre postos no chão, e um não sei que de triste e
enigmático, davam-me a impressão de quem não anda satisfeito cá na
terra...
Estas figuras, quando teem uma plástica individual, e caracteristica,
por apagada que seja nellas a expressão da vida, são, como as estatuas,
suggestivas. Imprimem-se indeléveis na memoria, e entram na galeria do
nosso mundo interior. É com estas imagens, cujos contornos o tempo vae
esbatendo, que os artistas e os poetas compõem os seus quadros, os seus
romances, e os seus poemas.
Aquella donzella, serena e silenciosa, recortava-se alli, aos meus
olhos — destacando do discorde scenario, e parecia ter saído d'algum
velho painel Flamengo, de Van Eyck ou de Memling — interior de cathedral
gothica, ou comitiva castellã, em caçada fidalga, com pagens, lebreus e
falcões.
*
* *
Ás Ave-Marias vínhamos nós nos barcos, já de volta, aconchegados nas
mantas, fumando e conversando. Nos paneiros os cães, enroscados,
dormiam.
Ouvíam-se, rio acima, as sinetas de bordo, e, para o norte, o tiro de
peça da torre de Belém annunciava, com o seu ruidoso pregão, o pôr do
sol — um sol poente de outono, illuminando e doirando os aéreos
castellos das nuvens, tão cambiantes, diaphanos, e fugitivos, como os da
minha phantasia, naquelles áureos tempos da mocidade!...
24 de maio de 1898 (2)
(1)
Zacharias d'Aça, O Tiro Civil n.° 139, quarta-feira 1 de junho de 1898
(1)
Zacharias d'Aça, Idem
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Retratos de Bulhão Pato
Tema:
Bulhão Pato
Informação relacionada:
Bulhão Pato, Zacharias d'Aça, O Occidente n.° 717, 30 de novembro de 1898
O Occidente n.° 434, 11 de janeiro de 1891
Bulhão Pato, Paquita, Typographia Franco-Portugueza, 1866Bulhão Pato, Livro do Monte, georgicas, lyricas, Lisboa, Typographia da Academia, 1896
Francisco Zacharias d'Aça, Caçadas portuguezas: paizagens, figuras do campo,
Lisboa, Secção Editorial da Companhia Nacional Editora, 1898